Metamorfose Urbana
Lisbonne → Paris, un dialogue artistique entre deux capitales
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Maria de Medeiros / Frédéric Bourret
Metamorfose
Urbana
Après avoir pris vie à Lisbonne, l'exposition ouvre un nouveau chapitre : Paris 2026. Entre deux capitales, leurs œuvres poursuivent leur métamorphose, révélant toute la richesse et la force créative de la scène artistique portugaise.
Une fusion artistique entre les photographies de Frédéric Bourret et les interprétations créatives des artistes donne naissance à un dialogue visuel captivant.
« Metamorfose Urbana » est un projet artistique collectif et transdisciplinaire qui explore les métamorphoses de la ville à travers le regard croisé d'artistes venus de différents pays et disciplines. Conçue comme une plateforme de création et de dialogue, l'exposition propose une relecture sensible et contemporaine des paysages urbains, où la photographie devient un point de départ pour de multiples interventions et réinterprétations libres.
Frédéric a proposé ses photographies parisiennes comme une toile blanche, sur laquelle chaque artiste a été invité à laisser sa signature, en réinventant ces paysages selon sa propre perspective artistique et son imaginaire foisonnant. Chaque artiste, avec sa sensibilité personnelle, a présenté une vision singulière de Paris, exprimée à travers une grande diversité de médiums artistiques.
Qu'il s'agisse de peinture, de dessin, de science, de musique ou d'autres formes d'expression, l'ensemble a donné naissance à un dialogue riche autour de l'influence et de l'inspiration que la ville exerce sur la création artistique. « Metamorfose Urbana » a ainsi repensé l'exposition photographique traditionnelle pour créer un espace de rencontre artistique captivant.
Les œuvres de Frédéric Bourret se sont mêlées harmonieusement aux expressions d'autres figures emblématiques de la création contemporaine portugaise, formant une véritable alchimie d'images fortes et de disciplines variées. Cette combinaison a offert une expérience immersive et revigorante, transportant les visiteurs dans un espace de liberté pour l'imagination.
L'édition de 2026 se tiendra à Paris, avec l'ambition d'élargir encore le dialogue artistique et d'inviter de nouveaux créateurs à réinventer la Ville Lumière.
Metamorfose
Urbana
After coming to life in Lisbon, the exhibition now opens a new chapter: Paris 2026. Between two capitals, their works continue their metamorphosis, revealing all the richness and creative force of the Portuguese artistic scene.
An artistic fusion between Frédéric Bourret's photographs and the artists' creative interpretations gives birth to a captivating visual dialogue.
"Metamorfose Urbana" is a collective and transdisciplinary artistic project that explores the metamorphoses of the city through the cross-perspectives of artists from different countries and disciplines. Conceived as a platform for creation and dialogue, the exhibition offers a sensitive and contemporary reinterpretation of urban landscapes, where photography becomes a starting point for multiple interventions and free reinterpretations.
Frédéric proposed his Parisian photographs as a blank canvas, on which each artist was invited to leave their signature, reinventing these landscapes according to their own artistic perspective and abundant imagination. Each artist, with their personal sensitivity, presented a unique vision of Paris, expressed through a wide diversity of artistic mediums.
Whether painting, drawing, science, music, or other forms of expression, the whole gave birth to a rich dialogue around the influence and inspiration that the city exerts on artistic creation. "Metamorfose Urbana" thus rethought the traditional photographic exhibition to create a captivating space for artistic encounter.
Frédéric Bourret's works harmoniously blended with the expressions of other emblematic figures of Portuguese contemporary creation, forming a true alchemy of powerful images and varied disciplines. This combination offered an immersive and invigorating experience, transporting visitors into a space of freedom for imagination.
The 2026 edition will take place in Paris, with the ambition to further expand the artistic dialogue and invite new creators to reinvent the City of Light.
Metamorfose
Urbana
Depois de ganhar vida em Lisboa, a exposição abre agora um novo capítulo: Paris 2026. Entre duas capitais, as obras prosseguem a sua metamorfose, revelando toda a riqueza e força criativa da cena artística portuguesa.
Uma fusão artística entre as fotografias de Frédéric Bourret e as interpretações criativas dos artistas dá origem a um diálogo visual cativante.
«Metamorfose Urbana» é um projeto artístico coletivo e transdisciplinar que explora as metamorfoses da cidade através do olhar cruzado de artistas vindos de diferentes países e disciplinas. Concebida como uma plataforma de criação e diálogo, a exposição propõe uma releitura sensível e contemporânea das paisagens urbanas, onde a fotografia se torna um ponto de partida para múltiplas intervenções e reinterpretações livres.
Frédéric propôs as suas fotografias parisienses como uma tela em branco, sobre a qual cada artista foi convidado a deixar a sua assinatura, reinventando estas paisagens segundo a sua própria perspetiva artística e imaginação abundante. Cada artista, com a sua sensibilidade pessoal, apresentou uma visão singular de Paris, expressa através de uma grande diversidade de meios artísticos.
Seja pintura, desenho, ciência, música ou outras formas de expressão, o conjunto deu origem a um diálogo rico sobre a influência e inspiração que a cidade exerce sobre a criação artística. «Metamorfose Urbana» repensou assim a exposição fotográfica tradicional para criar um espaço de encontro artístico cativante.
As obras de Frédéric Bourret misturaram-se harmoniosamente com as expressões de outras figuras emblemáticas da criação contemporânea portuguesa, formando uma verdadeira alquimia de imagens fortes e disciplinas variadas. Esta combinação ofereceu uma experiência imersiva e revigorante, transportando os visitantes para um espaço de liberdade para a imaginação.
A edição de 2026 realizar-se-á em Paris, com a ambição de alargar ainda mais o diálogo artístico e convidar novos criadores a reinventar a Cidade Luz.
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Le regard photographique qui a donné naissance à Metamorfose Urbana.
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Les Artistes Os Artistas The Artists
Frédéric Bourret a exposé une quarantaine de fois, de New York à Berlin, de Genève à Paris. Son travail est reconnu par les collectionneurs, les spécialistes, mais aussi par un large public, qui apprécie ses séries aux thématiques et aux approches toujours renouvelées. Trois ouvrages ont été publiés et sont entièrement consacrés à son travail. Na origem do Metamorfose Urbana, Frédéric Bourret ofereceu as suas fotografias parisienses como uma tela em branco, sobre a qual cada artista foi convidado a deixar a sua assinatura — reinventando estas paisagens urbanas segundo a sua própria perspetiva e imaginário.
Frédéric Bourret expôs cerca de quarenta vezes, de Nova Iorque a Berlim, de Genebra a Paris. O seu trabalho é reconhecido por colecionadores, especialistas, mas também por um vasto público, que aprecia as suas séries de temáticas e abordagens sempre renovadas. Três obras foram publicadas e são inteiramente dedicadas ao seu trabalho. At the origin of Metamorfose Urbana, Frédéric Bourret offered his Parisian photographs as a blank canvas, upon which each artist was invited to leave their signature — reinventing these urban landscapes through their own perspective and imagination.
Frédéric Bourret has exhibited around forty times, from New York to Berlin, from Geneva to Paris. His work is recognised by collectors and specialists alike, as well as by a wide public who appreciates his series of ever-renewed themes and approaches. Three books have been published entirely dedicated to his work.
Photographe · Paris
Fotógrafo · Paris
Photographer · Paris
Son premier long-métrage comme réalisatrice, « Capitaines d'Avril », a été sélectionné au Festival de Cannes. Chanteuse, compositrice et « Officier des Arts et des Lettres » en France, son premier mode d'expression reste le dessin. Photo © Dave Barbrow. Maria de Medeiros, nascida em Lisboa, é uma atriz e realizadora internacional. Iniciou a sua carreira com realizadores portugueses como João César Monteiro e Manoel de Oliveira. Premiada no Festival de Veneza com a Coppa Volpi por « Dois Irmãos, Minha Irmã », é mundialmente conhecida pelo papel de Anaïs Nin em « Henry and June » e pela sua participação em « Pulp Fiction » de Quentin Tarantino.
A sua primeira longa-metragem como realizadora, « Capitães de Abril », foi selecionada para o Festival de Cannes. Cantora, compositora e « Oficial das Artes e das Letras » em França, o seu primeiro modo de expressão continua a ser o desenho. Foto © Dave Barbrow. Maria de Medeiros, born in Lisbon, is an international actress and film director. She began her career with Portuguese directors such as João César Monteiro and Manoel de Oliveira. Awarded the Coppa Volpi at the Venice Film Festival for « Two Brothers, My Sister », she is world-renowned for her role as Anaïs Nin in « Henry and June » and her appearance in Quentin Tarantino's « Pulp Fiction ».
Her first feature film as director, « April Captains », was selected for the Cannes Film Festival. Singer, composer and « Officier des Arts et des Lettres » in France, drawing remains her first mode of expression. Photo © Dave Barbrow.
Ses œuvres figurent dans des collections privées et publiques à travers le monde : Maison Blanche, Vatican, Banque du Portugal, et dans celle du Prince Jonathan Doria-Pamphilj. Licenciado em Pintura com 18/20 na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, Carlos Possolo foi oficialmente encarregado de pintar o retrato do presidente Cavaco Silva, exposto no Museu da Presidência da República desde 2016. Colabora desde 1995 com os CTT na produção de selos, nomeadamente a série dos 500 anos de Vasco da Gama.
As suas obras figuram em coleções privadas e públicas em todo o mundo: Casa Branca, Vaticano, Banco de Portugal e na coleção do Príncipe Jonathan Doria-Pamphilj. Graduating in Painting with a grade of 18/20 from the Faculty of Fine Arts in Lisbon, Carlos Possolo was officially commissioned to paint the portrait of President Cavaco Silva, displayed at the Museum of the Presidency of the Republic since 2016. Since 1995 he has collaborated with CTT on postage stamp production, including the series commemorating the 500th anniversary of Vasco da Gama.
His works feature in private and public collections worldwide: the White House, the Vatican, the Bank of Portugal, and the collection of Prince Jonathan Doria-Pamphilj.
En 2022, il rejoint Schiaparelli pour les restaurations d'archives en vue de la rétrospective au Musée des Arts Décoratifs. Depuis 2024, il est Second d'Atelier chez Schiaparelli. Nascido em Orléans em 1987, Charly Lavado instala-se em Paris aos dezassete anos para se formar em Alta Costura, após uma passagem por John Galliano e pela escola de bordado Lesage. Em 2012, integra o Atelier Haute Couture Flou da Christian Dior durante mais de oito anos, antes de se juntar à Maison Alaïa e depois à Valentino.
Em 2022, junta-se à Schiaparelli para as restaurações de arquivo para a retrospetiva no Museu das Artes Decorativas. Desde 2024, é Segundo de Atelier na Schiaparelli. Born in Orléans in 1987, Charly Lavado moved to Paris at seventeen to train in Haute Couture, following a stint at John Galliano and the Lesage embroidery school. In 2012, he joined the Christian Dior Haute Couture Flou Atelier for over eight years, before moving to Maison Alaïa and then Valentino.
In 2022, he joined Schiaparelli for archive restoration work ahead of the retrospective at the Musée des Arts Décoratifs. Since 2024, he has been Second Atelier at Schiaparelli.
Artiste visuelle multidisciplinaire, ses créations couvrent le design spatial, la création de costumes, la peinture et la joaillerie. Elle insuffle une vision artistique disruptive dans chacun de ses projets, enrichissant l'art contemporain d'une sensibilité dystopique. Decoradora de produção, diretora artística e cenógrafa com mais de trinta anos de experiência em publicidade, cinema, teatro e museologia, Luísa Pacheco divide a sua vida entre Lisboa e Londres desde os seus estudos na capital britânica.
Artista visual multidisciplinar, as suas criações abrangem o design espacial, a criação de figurinos, a pintura e a joalharia. Infunde uma visão artística disruptiva em cada projeto, enriquecendo a arte contemporânea com uma sensibilidade distópica. Production designer, artistic director and set designer with over thirty years of experience in advertising, cinema, theatre and museology, Luísa Pacheco divides her life between Lisbon and London since her studies in the British capital.
A multidisciplinary visual artist, her creations span spatial design, costume creation, painting and jewellery. She brings a disruptive artistic vision to each project, enriching contemporary art with a dystopian sensibility.
Il a introduit dans son travail architectural les enseignements du maître peintre Jean François Chambari sur la couleur et la matière. Reconnu par le prix « Alexandre Herculano » en 2006 et le « Prix de Réhabilitation Urbaine » en 2019. Arquiteto e empresário francês, residente permanente em Portugal há 25 anos, Ilya Semionoff dedica a sua vida profissional à restauração urbana e à preservação do património. Formado nas Belas-Artes em França nos anos 1990, recebeu os prémios « Jean Arsac » e « Caisse d'Épargne » em 1995 e 1996.
Introduziu no seu trabalho arquitetónico os ensinamentos do mestre pintor Jean François Chambari sobre a cor e a matéria. Reconhecido pelo prémio « Alexandre Herculano » em 2006 e pelo « Prémio de Reabilitação Urbana » em 2019. A French architect and entrepreneur, permanent resident in Portugal for 25 years, Ilya Semionoff dedicates his professional life to urban restoration and heritage preservation. Trained at the Fine Arts in France in the 1990s, he received the « Jean Arsac » and « Caisse d'Épargne » prizes in 1995 and 1996.
He incorporated the teachings of master painter Jean François Chambari on colour and material into his architectural work. Recognised by the « Alexandre Herculano » prize in 2006 and the « Urban Rehabilitation Prize » in 2019.
Depuis 2003, batteur d'Amadou & Mariam, il a joué sur les plus grandes scènes mondiales — ouverture de la Coupe du Monde 2010, premières parties de U2 et Coldplay — et croisé John Paul Jones, Mick Jones et David Gilmour. Autodidata, Yvo Abadi começa a tocar bateria aos 13 anos, aperfeiçoando a sua arte nos palcos parisienses em estilos muito variados. Em paralelo, estuda desenho e escultura nas Artes Aplicadas. Grava com Guesch Patti, integra o grupo Pow Wow e depois o Tarmac (Gaëtan Roussel), e participa no primeiro álbum de Emilie Simon (Prémio Constantin 2003).
Desde 2003 baterista de Amadou & Mariam, tocou nos maiores palcos mundiais — abertura do Campeonato do Mundo de 2010, primeiras partes de U2 e Coldplay — e cruzou-se com John Paul Jones, Mick Jones e David Gilmour. Self-taught, Yvo Abadi began playing drums at 13, honing his craft on Parisian stages across a wide range of styles. Alongside this, he studied drawing and sculpture at the Applied Arts school. He recorded with Guesch Patti, joined the band Pow Wow then Tarmac (Gaëtan Roussel), and contributed to Emilie Simon's debut album (Prix Constantin 2003).
Since 2003 the drummer for Amadou & Mariam, he has performed on the world's greatest stages — opening the 2010 World Cup, supporting U2 and Coldplay — and shared the stage with John Paul Jones, Mick Jones and David Gilmour.
Peintre de scène pour de nombreux projets à Lisbonne, il expose régulièrement depuis 1989 et est présent dans des collections publiques et privées. Nascido em Redondo em 1964, Jose Grazina estudou artes decorativas, pintura e desenho em Lisboa, depois Expressão Dramática com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. Laureado com o 1.º Prémio de Pintura na Bienal de Nazaré, criou a cenografia do ballet « Who Cares? » de Balanchine e restaurou o cenário da Sagração da Primavera de Stravinsky para a Companhia Nacional de Bailado.
Pintor de cena em numerosos projetos em Lisboa, expõe regularmente desde 1989 e está presente em coleções públicas e privadas. Born in Redondo in 1964, Jose Grazina studied decorative arts, painting and drawing in Lisbon, then Dramatic Expression with the support of the Calouste Gulbenkian Foundation. Winner of the 1st Painting Prize at the Nazaré Biennial, he created the set design for Balanchine's ballet « Who Cares? » and restored the scenery for Stravinsky's The Rite of Spring for the Companhia Nacional de Bailado.
A stage painter for numerous projects in Lisbon, he has exhibited regularly since 1989 and features in public and private collections.
Exposée à travers le monde, elle collabore avec différentes institutions et artistes, ce qui lui permet de faire évoluer son art en permanence. Diplomada pela École Boulle e medalheada pela Academia das Artes, Letras e Ciências de Paris, Nathalie Afonso é pintora, escultora e designer. A sua pintura figurativa, valorizada por um universo abstrato, convida à viagem e ao devaneio.
Exposta em todo o mundo, colabora com diferentes instituições e artistas, o que lhe permite fazer evoluir permanentemente a sua arte. A graduate of the École Boulle and medallist of the Academy of Arts, Letters and Sciences of Paris, Nathalie Afonso is a painter, sculptor and designer. Her figurative painting, enriched by an abstract universe, invites the viewer to travel and dream.
Exhibited worldwide, she collaborates with various institutions and artists, allowing her art to evolve continuously.
Ses créations explorent la beauté de la vie, de la nature et de l'esprit humain, chaque œuvre tissant un lien profond entre tradition et contemporanéité. Ana López, conhecida pelo nome artístico Anita La Sainte, é pintora e tatuadora originária de Cáceres, em Espanha. O seu percurso artístico começou aos 7 anos na pintura e na ilustração; aos 20 anos já trabalhava profissionalmente em arte decorativa e retratos.
As suas criações exploram a beleza da vida, da natureza e do espírito humano, com cada obra tecendo um elo profundo entre tradição e contemporaneidade. Ana López, known as Anita La Sainte, is a painter and tattoo artist from Cáceres, Spain. Her artistic journey began at the age of 7 in painting and illustration; by 20 she was already working professionally in decorative art and portraiture.
Her creations explore the beauty of life, nature and the human spirit, each work weaving a deep connection between tradition and contemporary expression.
Ancré dans une démarche in situ, chaque œuvre est pensée spécifiquement pour le lieu qui l'accueille. Son parcours l'a conduit à Maputo (Festival Maputo Street Art) et à développer des projets dédiés à la culture portugaise, dont l'exposition Orgulhosamente Abril consacrée à la Révolution des Œillets. Artista de graffiti português nascido e criado no Essonne, Glaçon (29 anos) está hoje instalado em Paris. O seu trabalho centra-se no retrato, concebido como uma homenagem, um meio de transmissão e de iluminação dos rostos que o inspiram.
Enraizado numa abordagem in situ, cada obra é pensada especificamente para o espaço que a acolhe. O seu percurso levou-o a Maputo (Festival Maputo Street Art) e ao desenvolvimento de projetos dedicados à cultura portuguesa, incluindo a exposição Orgulhosamente Abril dedicada à Revolução dos Cravos. A Portuguese graffiti artist born and raised in Essonne, Glaçon (29) is now based in Paris. His work focuses on portraiture, conceived as a tribute, a means of transmission and a way of illuminating the faces that inspire him.
Rooted in an in situ approach, each work is conceived specifically for the space that hosts it. His path has taken him to Maputo (Festival Maputo Street Art) and led him to develop projects dedicated to Portuguese culture, including the exhibition Orgulhosamente Abril devoted to the Carnation Revolution.
Il a également exercé comme formateur et relecteur. Depuis 2018, il est conseiller parlementaire. Il vit à Lisbonne depuis dix ans. Nascido em Paris em 1973, Paulo Granja é titular de um mestrado em História Contemporânea de Portugal pela Universidade de Coimbra, onde lecionou e desenvolveu investigação em História e Estética do Cinema.
Exerceu também como formador e revisor. Desde 2018, é assessor parlamentar. Vive em Lisboa há dez anos. Born in Paris in 1973, Paulo Granja holds a master's degree in Contemporary History of Portugal from the University of Coimbra, where he taught and conducted research in Film History and Aesthetics.
He has also worked as a trainer and proofreader. Since 2018, he has been a parliamentary advisor. He has lived in Lisbon for ten years.
Parmi ses expositions récentes : « Não almoçar é bom » (2022), « Defenses, Fences & Offenses » (2023) à la ZDB, et « desires don't go away they just get better » (2023). Nascido em 1997 em Aveiro, Leonardo Quintaneiro vive e trabalha em Lisboa. Licenciado e mestre em Belas-Artes (ESAD.CR) e pelo Curso em Artes Visuais da FLAD, o seu trabalho explora a sedução, o erotismo e o íntimo a partir de fragmentos do quotidiano.
Entre as suas exposições recentes: « Não almoçar é bom » (2022), « Defenses, Fences & Offenses » (2023) na ZDB, e « desires don't go away they just get better » (2023). Born in 1997 in Aveiro, Leonardo Quintaneiro lives and works in Lisbon. Holding a BA and MA in Fine Arts (ESAD.CR) and a course in Visual Arts from FLAD, his work explores seduction, eroticism and intimacy through fragments of everyday life.
Recent exhibitions include: « Não almoçar é bom » (2022), « Defenses, Fences & Offenses » (2023) at ZDB, and « desires don't go away they just get better » (2023).
Acrylique, collages, graphite, fusain : leur langage visuel se distingue par une irrévérence maîtrisée, née d'une symbiose singulière entre leurs styles respectifs. O Triciclo é um coletivo artístico fundado por três amigos — Vasco, Tomás e Gil — provenientes da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Começaram a pintar nas paredes da sua universidade sem tema imposto, combinando os seus universos individuais em composições estranhas, anómalas e finalmente harmoniosas.
Acrílico, colagens, grafite, carvão: a sua linguagem visual distingue-se por uma irreverência dominada, nascida de uma simbiose singular entre os seus estilos respetivos. Triciclo is an artistic collective founded by three friends — Vasco, Tomás and Gil — from the Faculty of Fine Arts in Lisbon. They began painting on the walls of their university with no imposed theme, combining their individual worlds into strange, anomalous and ultimately harmonious compositions.
Acrylic, collage, graphite, charcoal: their visual language is defined by a controlled irreverence, born from a singular symbiosis between their respective styles.
De retour en Europe, elle a travaillé pour Caritas International puis le Programme Alimentaire Mondial des Nations Unies. Tout au long de ses voyages, l'art et le design locaux sont restés au cœur de son identité. Diplomada pela Parsons School of Design de Nova Iorque em 1991, Valerie Kaye iniciou a sua carreira na publicidade antes de ingressar no mundo humanitário. Do CICV na ex-Jugoslávia e na Colômbia, ao Paquistão e Afeganistão pelos direitos humanos, até ao Myanmar onde trabalhou como jornalista clandestina para The Guardian.
De regresso à Europa, trabalhou para a Caritas Internacional e depois para o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas. Ao longo de todas as suas viagens, a arte e o design locais permaneceram no centro da sua identidade. A graduate of the Parsons School of Design in New York in 1991, Valerie Kaye began her career in advertising before joining the humanitarian world. From the ICRC in the former Yugoslavia and Colombia, to Pakistan and Afghanistan for human rights, to Myanmar where she worked as an undercover journalist for The Guardian.
Back in Europe, she worked for Caritas International then the United Nations World Food Programme. Throughout her travels, local art and design have remained at the core of her identity.
Arrière-petit-fils d'Eugène Boudin, il puise dans cet héritage artistique une connexion profonde à la lumière, à l'observation et à la transmission. Il croit fermement que la couleur prendra progressivement sa place dans ses œuvres, à mesure qu'il grandit en résilience. Sob o nome artístico « Marghan », Gaël Charron funde o desenho a caneta e a escrita para explorar a complexidade humana. Cada traço é uma imersão nos meandros da alma, cada palavra um convite a sentir. Expôs no Kamu em Clichy e na galeria « Village Suisse » no 15.º arrondissement de Paris.
Bisneto de Eugène Boudin, extrai deste legado artístico uma ligação profunda à luz, à observação e à transmissão. Acredita firmemente que a cor tomará progressivamente o seu lugar nas suas obras, à medida que cresce em resiliência. Under the artist name « Marghan », Gaël Charron fuses pen drawing and writing to explore human complexity. Each line is a dive into the meanderings of the soul, each word an invitation to feel. He has exhibited at Kamu in Clichy and at the « Village Suisse » gallery in the 15th arrondissement of Paris.
Great-grandson of Eugène Boudin, he draws from this artistic legacy a deep connection to light, observation and transmission. He firmly believes that colour will gradually take its place in his works, as he grows in resilience.
En découvrant la photographie de Frédéric et son rayon de lumière, elle a voulu se réconcilier avec Paris à travers ce travail, en « tatouant » la ville de bénédictions — comme une fée marraine sur le berceau d'une princesse — pour qu'elle retrouve ce qu'elle a de meilleur en elle. Desenhadora desde a infância, Inès Dia Silva considera a arte como a quintessência do ser humano — o que vem do coração, liberta a alma e cura os males. Aprecia particularmente a arte naïf e coleciona objetos de arte das suas viagens como tesouros.
Ao descobrir a fotografia de Frédéric e o seu raio de luz, quis reconciliar-se com Paris através deste trabalho, « tatuando » a cidade de bênçãos — como uma fada madrinha sobre o berço de uma princesa — para que ela reencontre o melhor de si mesma. A draughtswoman since childhood, Inès Dia Silva sees art as the quintessence of the human being — that which comes from the heart, frees the soul and heals suffering. She is particularly fond of naïve art and collects art objects from her travels like treasures.
On discovering Frédéric's photograph and its ray of light, she wished to reconcile herself with Paris through this work, by "tattooing" the city with blessings — like a fairy godmother over a princess's cradle — so that it may rediscover the best of itself.
Auteure et présentatrice pour Canal Plus de la série « Les Nouveaux Explorateurs – En mode Fatou », elle explore les initiatives liées à la mode durable à travers le monde. Empreendedora em série, analista cultural e especialista colaborando com as Nações Unidas, Fatou passou dez anos de expatriação em três continentes antes de abandonar tudo pela equidade social. Fundadora do gabinete NHUMA (equidade empresarial) e da Associação The Wonders (autonomia económica das mulheres), é conferencista internacional em Diversidade, Inclusão e Equidade.
Autora e apresentadora para o Canal Plus da série « Les Nouveaux Explorateurs – En mode Fatou », explora as iniciativas ligadas à moda sustentável em todo o mundo. A serial entrepreneur, cultural analyst and expert collaborating with the United Nations, Fatou spent ten years of expatriation across three continents before leaving it all behind for social equity. Founder of the NHUMA consultancy (corporate equity) and The Wonders Association (women's economic empowerment), she is an international speaker on Diversity, Inclusion and Equity.
Author and presenter for Canal Plus of the series « Les Nouveaux Explorateurs – En mode Fatou », she explores sustainable fashion initiatives around the world.
Fort de 27 ans d'expérience comme éducateur dans les universités du Kerala et formateur en soft skills, il est l'un des membres fondateurs de l'ONG environnementale Planatearth. À travers son Ocean Art, il donne une voix visuelle à la vie marine, attirant l'attention sur les dangers de la pollution plastique pour appeler à une responsabilité collective. Artista contemporâneo autodidata originário do Kerala, Sooraj Abraham desenvolve uma prática singular na intersecção da arte, da conservação marinha e do desenvolvimento sustentável. Inspirado pelo expressionismo de Vincent van Gogh, pinta a acrílico sobre materiais de recuperação retirados do oceano — redes fantasma, plásticos à deriva — transformados em suporte de uma obra comprometida.
Com 27 anos de experiência como educador em universidades do Kerala e formador em soft skills, é um dos membros fundadores da ONG ambiental Planatearth. Através da sua Ocean Art, dá uma voz visual à vida marinha, chamando a atenção para os perigos da poluição plástica e apelando a uma responsabilidade coletiva. A self-taught contemporary artist from Kerala, Sooraj Abraham develops a singular practice at the intersection of art, marine conservation and sustainable development. Inspired by the expressionism of Vincent van Gogh, he paints in acrylic on recovered materials retrieved from the ocean — ghost nets, drifting plastics — transformed into the support of a committed body of work.
With 27 years of experience as an educator at universities in Kerala and as a soft skills trainer, he is one of the founding members of the environmental NGO Planatearth. Through his Ocean Art, he gives a visual voice to marine life, drawing attention to the dangers of plastic pollution and calling for collective responsibility.
Le Voyage Artistique
Une métamorphose continue entre deux capitales, deux regards, deux cultures.
La première édition prend vie à Lisbonne, marquant le début d'une aventure artistique unique. Les artistes portugais apportent leur regard singulier, réinventant les photographies parisiennes de Frédéric Bourret selon leur propre sensibilité.
L'exposition ouvre un nouveau chapitre dans la Ville Lumière. Les artistes portugais, au cœur du projet, y apportent leur regard singulier, faisant résonner leur sensibilité avec l'énergie de la capitale française. Leurs œuvres poursuivent leur métamorphose.
« Une fusion artistique entre les photographies de Frédéric Bourret et les interprétations créatives des artistes donne naissance à un dialogue visuel captivant. »
Metamorfose Urbana · Paris 2026
